Os verdadeiros heróis usam farda

por | 19/05/2020 - 12:42 PM | Notícias em Destaque

Você certamente já ouviu a expressão “heróis de farda” sendo utilizada para referir-se à um Policial Militar. Isso mesmo, um policial. Heróis reais e não como aqueles existentes nos filmes infantis e contos de fada. A sociedade pode vê-los, pode chamá-los, sabe que eles existem e que estão prontos para protegê-la.

No ano passado, o site Diário de Goiás publicou uma pesquisa apontando as profissões mais perigosas do mundo e citou nas primeiras linhas a árdua tarefa do policial. As profissões atinentes à segurança pública aparecem frequentemente citadas em rankings semelhantes de matérias sobre atividades de risco e estresse.

A partir do momento em que um membro da sociedade é voluntário a integrar a carreira miliciana, inicia-se uma nova etapa da sua vida. Há aqueles que acreditem até que se inicia uma nova vida. Os dias de descanso são reduzidos, as exigências físicas são aumentadas e os treinamentos são sempre intensos, pois o cargo exige um perfil policial criteriosamente selecionado.

Desde pequeno já temos uma boa noção do que representa um policial, sempre ligados a ideia de segurança e ordem. O policial deve estar capacitado para assegurar o bem estar e a segurança da sociedade frente à aplicação das leis. E já que existem inúmeras formas de garantir segurança, o profissional de polícia militar pode trabalhar nas mais diversificadas condições, horários e ambientes.

Enaltecer a figura do policial militar é enaltecer a própria instituição. Verdadeiros heróis, que ajudam a melhorar as condições de vida das pessoas, e que, na maior parte do tempo permanecem no anonimato.

O Policial Militar é o escudo da sociedade que repele a violência e isso é essencialmente valioso. O primeiro garantidor dos direitos humanos são eles. Quando vemos estes homens e mulheres corajosos, vestindo a farda da instituição, prontos para combater o mal, chegamos a conclusão de que heróis de farda não passa de uma expressão redundante.

PMGO: A segurança de Goiás.
Texto: Sd Caroline